Fernanda Garcia reforça apoio a ações de acolhimento às mulheres diante do luto parental

A vereadora Fernanda Garcia participou, na tarde de segunda-feira (3), de uma reunião na Secretaria da Mulher com as representantes do Projeto Girassol, Juliana Merilin da Silva de Oliveira e Ana Eliza Domingues Araujo Oliveira, para discutir iniciativas de acolhimento e apoio às mulheres que enfrentam o luto parental. O encontro reforçou a importância da construção de políticas públicas voltadas ao cuidado, à escuta e à garantia de direitos para mães e famílias que vivenciam essa experiência.

Durante a reunião, Fernanda colocou seu mandato à disposição para fortalecer as ações relacionadas ao luto materno e destacou a necessidade de ampliar o debate sobre o tema, rompendo o silêncio que ainda cerca a perda de filhos e filhas. Ela também ressaltou a importância do projeto, fundado por Juliana e que tem dado suporte e apoio para dezenas de mulheres.

A vereadora é autora da Lei Gael, legislação que promove a sensibilização da população sobre o chamado “luto invisível”, contribuindo para dar visibilidade à dor vivida por famílias que enfrentam perdas gestacionais, neonatais ou infantis. A iniciativa busca estimular a empatia, o acolhimento e o desenvolvimento de políticas públicas voltadas ao atendimento humanizado.

Outra importante iniciativa de autoria de Fernanda é a campanha Maio Furta-Cor, dedicada à conscientização, ao incentivo ao cuidado e à promoção da saúde mental materna. A campanha chama a atenção para a importância do acolhimento emocional das mulheres durante a maternidade e para a necessidade de fortalecer a rede de apoio às mães.

A atuação da vereadora na defesa da saúde e dos direitos das mulheres tem sido uma marca de seu mandato. Seja por meio da criação de leis, da articulação com movimentos e entidades ou da construção de políticas públicas que promovem ações que assegurem dignidade às mulheres em todas as etapas da vida.

“O luto parental não pode ser tratado como um tema invisível. É fundamental que toda a rede pública esteja preparada para acolher essas mulheres com respeito e sensibilidade. Por isso, são fundamentais as ações do projeto Girassol e também foi importante verificar o quanto há servidoras públicas dedicadas à articulação e implementação das leis em toda a rede”.

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