Fernanda Garcia cobra informações sobre atendimento psicológico nas UBSs e acolhimento de famílias que enfrentam perdas gestacionais e infantis

Vereadora Fernanda Garcia na sessão

Requerimento questiona estrutura da rede municipal de saúde mental, acompanhamento após a alta hospitalar e protocolos de atendimento humanizado em Sorocaba

A vereadora Fernanda Garcia apresentou e teve aprovado o requerimento nº 34/2026, solicitando informações à Prefeitura de Sorocaba, por meio da Secretaria da Saúde, sobre a oferta de atendimento psicológico nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs), com atenção especial às mulheres e famílias que enfrentam o luto gestacional, neonatal e infantil.


A iniciativa busca esclarecer como está estruturado o atendimento psicológico na rede municipal, quais unidades contam com profissionais de Psicologia e como são realizados os encaminhamentos para pessoas que precisam de acompanhamento especializado.


O requerimento destaca a importância de garantir acolhimento humanizado às mulheres, mães, pais e familiares que vivenciam a perda de um bebê. Essas situações podem provocar intenso sofrimento emocional e demandam escuta qualificada, acompanhamento adequado e continuidade do cuidado, inclusive após a alta hospitalar.


“É fundamental que as mulheres e as famílias que passam por uma perda tão dolorosa encontrem acolhimento e apoio na rede pública de saúde. Precisamos saber quais serviços estão disponíveis, como funciona o acesso ao atendimento psicológico e se existe um acompanhamento que garanta que essas famílias não fiquem desassistidas”, destaca a importância da iniciativa.


Entre os questionamentos encaminhados à Prefeitura estão a quantidade de psicólogos que atuam nas UBSs, as unidades contempladas, a carga horária dos profissionais e os fluxos de encaminhamento nos locais que não oferecem atendimento psicológico direto.


Fernanda Garcia também solicita informações sobre a existência de protocolos específicos para o acolhimento do luto gestacional, neonatal e infantil, a capacitação dos profissionais de saúde e a articulação entre maternidades, hospitais, UBSs e serviços especializados para assegurar a continuidade do acompanhamento após a perda.


O documento ainda questiona se há planejamento para ampliar a oferta de atendimento psicológico na rede municipal, quais são os dados disponíveis sobre a demanda, o tempo médio de espera e o número de pessoas aguardando atendimento.


Outro ponto abordado é a oferta de ações de saúde mental e acolhimento emocional durante o Outubro Rosa, especialmente para mulheres em investigação diagnóstica, em tratamento oncológico ou que enfrentam sofrimento emocional relacionado à saúde.


A vereadora também busca informações sobre medidas para ampliar a divulgação dos serviços de apoio psicológico disponíveis no município, facilitando o acesso da população aos canais de atendimento.

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